terça-feira, 29 de setembro de 2009

you're the top


.

free polanski!


A maior parte dos artistas e intelectuais que se manifestaram sobre a prisão de Roman Polanski criticaram o ato, questionando desde o tempo transcorrido da acusação até o que seria uma "armadilha policial" que teria aproveitado o fato do cineasta ser homenageado em um festival de cinema na Suíça. Um dos apelos à libertação do diretor fala que "os festivais de cinema do mundo inteiro permitiram sempre que as obras fossem mostradas e que seus autores circulassem e apresentassem-na livremente como toda segurança, inclusive quando certos Estados se opunham a isso".
Entre os que estão expressando seu desagrado com a prisão estão outros diretores - como Martin Scorsese, David Lynch, Pedro Almodóvar, Wim Wenders, Julian Schnabel, Wong Kar Wai e Ettore Scola; atrizes - como Jeanne Moreau, Isabelle Adjani, Tilda Swinton, Fanny Ardant e Monica Bellucci; e escritores - Milan Kundera, Bernard-Henri Levy.
Outro que se manifestou: Woody Allen.
Com telhado de vidro e tudo.
.

domingo, 27 de setembro de 2009

polícia para quem precisa

Não!
É de copiar e colar, porque fiquei mesmo passada e não consigo nem comentar:

27/09/2009 - 16h58
EUA confirmam pedido de prisão de diretor Roman Polanski
da France Presse, em Los Angeles

O departamento de Justiça dos Estados Unidos confirmou neste domingo que emitiu um pedido de prisão contra o cineasta franco-americano Roman Polanski, detido na noite de sábado na Suíça.
"As autoridades suíças o detiveram em razão de um pedido [de captura] que realizamos", disse à AFP a porta-voz Laura Sweeney.
"O departamento não comenta temas de extradição, a menos que se trate de uma pessoa que esteja no território americano", destacou a porta-voz.
O ministério suíço da Justiça revelou, horas antes, que aguardava um pedido oficial para extraditar Polanski aos Estados Unidos.
Polanski foi detido no sábado, ao chegar a Suíça para participar do Festival de Zurique, por causa de uma ação judicial que corre nos Estados Unidos há mais de 30 anos, envolvendo abuso sexual contra uma menor.
Hoje com 76 anos, Polanski foi detido em 1977 em Los Angeles após denúncia apresentada pelos pais da adolescente, de 13 anos. Na época, declarou-se culpado de "relações sexuais ilegais".
Passou um mês e meio na prisão. No final de janeiro de 1978, no dia seguinte a uma reunião entre seus advogados e um juiz, na qual este deu a entender que voltaria a ordenar sua prisão, Roman Polanski embarcou em um avião para a Europa, onde vive desde então.
.

Afe.
.
Não percebi assim que vi, ou talvez tenha percebido subliminarmente, porque logo voltei à página inicial, hoje, achando que havia alguma coisa diferente. Havia, mesmo, em homenagem aos 11 anos do Google (que dizem até ser o diabo, com um quase 666 no meio, mas eu - e muita gente - gosto).
Parabéns!
.

sábado, 26 de setembro de 2009

programa

.

thank you for smoking (ii)


Para os franceses, e mais ainda para o cinema francês, fumar sempre foi um charme só.
Como aqui: o cigarro que Jeanne Moreau fuma tão distraidamente.
.

je vous présente jeanne


Em 1957, estava com Louis [Malle] em Cannes, para apresentar “Ascensor [para o Cadafalso]”, no antigo Palácio do Festival, quando vi um homem pequenino vindo em nossa direção. Era François Truffaut, que conhecia Louis. Em um momento em que Louis estava longe, François pediu meu telefone e disse que queria me mandar um livro. Era “Jules e Jim”.Quando estávamos filmando “Jules e Jim”, o coprodutor, de repente, parou de acreditar no filme, nas cenas que vira filmadas, e foi embora. Tivemos que parar as filmagens. Eu já tinha feito um bom dinheiro naquela época. Então disse a François: tenho dinheiro. E virei coprodutora do filme.

Jeanne Moreau,
em entrevista esta semana, no Rio de Janeiro.
.

Agora fiquei imaginando a cena, mais interessante quando a gente lembra que ela foi um grande amor tanto de Louis Malle quanto de François Truffaut, que os dois ficaram de coração partido depois que ela os deixou, e como para os dois diretores o amor era um tema tão frequente, mas elaborado de formas tão diferentes.
Daqui:

.

prata da casa


Every man
is his own clock
Tic toc
he may rise
by the sun
and go to sleep
with the stars
Tic toc
but if he
take stock
and come to knock
at fate's door
he may find
that he himself
has sprung the lock
against himself.
Useless
to knock
now, the door
will not open--
save only
at the shock
of love,
to deliver him
from that block,
unlock
his heart and
set it beating again:
Tic toc
Tic toc
tic toc!

William Carlos Williams,
The Clock of Years.
.
Tudo tem seu lado bom, né mesmo?
O belo poema de William Carlos Williams (que, além de poeta, era pediatra - \O/ ) está em uma das poucas cenas interessantes de Exposed, usado por Nureyev para seduzir Nastassja Kinski.
.

beleza não põe mesa


Às musas é perdoado tudo. Até mesmo um filme tão ruim quanto Exposed- Os Desencontros da Vida (Exposed, 1983), de James Toback, que só merece ser visto porque tem Nastassja Kinski no auge da beleza e luminosidade.
Misturando o mundo da moda (dá pra ver a top Iman, hoje Mrs. David Bowie, em uma ponta) e o terrorismo internacional, o filme é confuso e mal-explicado, com momentos que chegam ao ridículo, e tem uma atuação fraca do grande Rudolf Nureyev, que não era tão bom ator quanto bailarino. Há ótimos atores em papéis menores, como a bergmaniana Bibi Andersson (a mãe da personagem de Nastassja) e Harvey Keitel, além de uma trilha sonora muito bela, de Georges Delerue, o favorito de Truffaut; mas nada que salve o filme do fracasso.
Ah, e tem também, numa participação pequena mas importante, um esquisito Pierre Clémenti, bem distante do tempo em que fazia Catherine Deneuve perder a cabeça, em A Bela da Tarde.
.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

*

não ladro
nem mordo:
implodo.
.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

será?


Com que celebridade você se parece?
Segundo meu marido, eu sou a cara de Vasundhara Das, de Um Casamento à Indiana.

\O/
.

domingo, 20 de setembro de 2009

para kalu


::::: Creado por perros-perritos.com
.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

dúvida

Só para esclarecer: quem está reunido numa Cooperativa de Apoio Mútuo às Atividades de Auto-Promoção?
O.O
.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

helenas


Post para minha mãe, fã de José Mayer (mas quem não é?)

.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

eu sei

Zangado, Dunga, Mestre, Dengoso, Soneca, Feliz & Atchim.
.

the time of his life


Atire a primeira fita de vídeo quem foi adolescente no final dos anos '80 e não sonhou estar no lugar de Jennifer Grey ou de Demi Moore...
.

(Patrick Swayze faleceu ontem, dia 14 de setembro, aos 57 anos, vítima de um câncer de pâncreas).
.

roliúde

Ainda sobre Romance: em alguns momentos pareceu com Som & Fúria, a série de Fernando Meirelles exibida este ano; não gostei de Letícia Sabatella, de novo (é uma das atrizes mais bonitas, mas não das melhores); gostei daquelas cenas em que se confundem os diálogos de peças e o que eles querem mesmo dizer um ao outro; Cabaceiras!
.

o dono da história


Antes das primeiras exibições públicas de seu "Romance" (2008), o diretor Guel Arraes chegou a dizer que "se vocês rirem muito, vou ficar bastante preocupado". Se continuou pensando da mesma forma, ele deve estar bastante preocupado até hoje, porque não deve ser fácil não rir muito vendo a sua mistura de romance, comédia, metalinguagem e regionalismos nordestinos. E não há nada de mal nesses risos...
A história começa cheia de romantismo (e daquele romantismo clássico, com muita paixão e drama), quando praticamente só aparece em cena o casal Ana (Letícia Sabatella) e Pedro (Wagner Moura, ótimo). Representando Tristão e Isolda no teatro, os dois se apaixonam, namoram, brigam e se separam em menos tempo do que dizem durar uma paixão (três anos?), para se reencontrarem exatamente três anos depois, novamente encenando a clássica tragédia romântica, agora num especial para a TV.
Mas o tempo passou, há mágoas e surge um elemento novo - e que elemento! - na pele de José de Arimatéia (Vladimir Brichta), um sertanejo que fará o papel de Tristão na montagem e que se envolve com Ana. E mais um drama: que José de Arimatéia que nada: Orlando é um ator desconhecido, namorado da produtora Fernanda (Andréa Beltrão), fingindo ser um não-ator para conseguir o papel.
Parece mesmo muito dramático, mas o diretor conta a história com leveza, os personagens "periféricos" são engraçadíssimos - além de Andréa Beltrão, Marco Nanini em poucas mas hilárias cenas ("É napa! É napa!"), José Wilker, Bruno Garcia e Edmilson Barros - e a comédia acaba sendo mais interessante que o romance.
Há quem critique sempre Guel Arraes por fazer "televisão no cinema", e não é tão falsa a acusação, mas não há como negar seu talento e criatividade, mesmo que soe um tanto repetitivo e "folclórico" em alguns momentos.
.

romance

Amigos que hoje encontro
em dia de boa sorte
escutem o meu romance
de amor, de vida e de morte
de Tristão e Isolda
aqui nas terras do norte

Isolda amava em segredo
Tristão com muito carinho
um dia veio um recado
de Marcos, tio e padrinho
pedindo a mão de Isolda
pra não viver mais sozinho

Isolda vai casar com o tio
mas ela amava o sobrinho
Tristão ama em segredo
não quer trair o padrinho
Isolda faz um feitiço
e mistura dentro de um vinho

O amor quando é proibido
atiça mais a paixão
como a água represada
que previsa de vazão
foi assim que aconteceu
com Isolda e Tristão

Um dia o coronel Marcos
viu que havia amor
entre a esposa e o sobrinho
quase não acreditou
viu com seus próprios olhos
o que nunca imaginou

Em sepulturas vizinhas
os dois foram enterrados
nos túmulos uma roseira
com galhos entrelaçados
desencontrados na vida
na morte reencontrados.


Tristão e Isolda no Sertão,
de Guel Arraes.
.

sábado, 12 de setembro de 2009

tik!


And so it is: Caminho das Índias chegou ao fim, cheia de nonsense involuntário e meio confusa, como foi ao longo de quase todos os seus capítulos. Eu nem gosto muito das novelas de Glória Perez, daquela mistura eterna de novidades científicas + culturas "exóticas" + muita dança, mas eu sou mesmo incorrigível, tenho novelatropismo positivíssimo.
Deu a impressão de ter sido tudo arranjado às pressas, como se não tivesse dado tempo de explicar direit0 - mas para quê mesmo, com tanta revista e programa de TV se ocupando disso?
E final de novela é sempre tão parecido: o empresário frio descongela; a mãe aceita o filho como ele é; bebês nascem; casais relutantes casam (a bonequinha do bolo tinha os oclões de Tônia - adorei); segredos redentores são revelados; erros são perdoados. Quer coisa melhor na vida?
O que gostei:

* Tony Ramos é sempre de se aplaudir de pé; quando a gente pensa que não se surpreende mais com ele o homem consegue ser ainda melhor.
* Laura Cardoso, sempre perfeita.
* Ana Beatriz Nogueira é ótima; eu adorei César e Ilana ("Ela não se importa com roupas de grife? Não se importa porque não tem!"), tão assumidamente pilantras.
* Raj! (*suspiros*)
* Dira Paes, que fez até aquela música medonha do Calcinha Preta ficar divertida.
* Christiane Torloni com nuances inesperadas em sua Melissa.
* Maria Bethânia.
Mas...

* Letícia Sabatella é lindíssima, mas não convenceu como psicopata.
* ninguém descobriu as mentiras de Surya?!
* Márcio Garcia foi o grande perdedor da novela, quanse nem apareceu no final. Ele era tão bonito mais jovem, mas está ficando estranho: adulto com cara de criança.
* Raj não soube que é pai do filho de Duda?
* onde está Vera Fischer? outro papel de nada em uma novela.
* cadê Paulo José?
* que história é essa de seu marido fazer 60 anos e você automaticamente ter 60 também? quero não.

Agora vou arrastar meu sari no mercado, com licença.
.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

só as mães são felizes (vi)


Angelina Jolie e Maddox, o mais velho de seus (quantos, mesmo?) filhos.
.

o que é esse hindu tá cantando aí?


Pra variar, não resisto aos capítulos finais de uma novela - mesmo que seja uma tão desenxabida quanto Caminho das Índias...
- Raj perdoará Maya?
- quando Opash ficará sabendo que é filho de Shankar?
- o que será de Surya?
- Tônia preferirá a pós-graduação na Alemanha ou o casamento com Tarso?
- o nome de Maitê Proença aparecerá nos créditos da novela?
- Duda segurará o Niraj dela ao menos uma vez em seus braços, ou só a babá fará isso?
- não tenho coisa melhor a fazer, Hare Baba?!
.

fahrenheit 451


Se eu fosse um livro, seria...

"A paixão segundo GH", de Clarice Lispector
Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender. Assim é também "A paixão segundo GH", obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.

.

Medo.
.

.

uma moça polida...


... levando uma vida lascada.
Ou: como saber a filmografia de sua atriz favorita em épocas pré-IMDB.

(como eu teria vivido sem os Guias de Vídeo?)
.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

.
eu permito a todos ser como quiserem, e a mim, como devo ser.

Chico Xavier.
.

e a vida continua


Só agora, já com 2009 mais próximo do fim, e bem aos pouquinhos, estou me "atualizando" em relação aos filmes de 2008. Mas tudo bem, foi pela melhor das causas, e não é por só ver um filme depois que todo-o-mundo já o viu que diminui a sua força, não é mesmo?
Foi o que aconteceu a semana passada, quando vi Quem Quer Ser um Milionário? - que mereceu de fato ganhar os prêmios que pareciam ser de Benjamin Button - e hoje, ao assitir a Milk - A Voz da Igualdade (Milk), um dos que mais me interessavam entre os "filmes do Oscar".
Ainda me lembro de uma antiga SET que anunciava o projeto de "The Mayor of Castro Street", a ser feito com Robin Williams no papel do ativista Harvey Milk, primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público nos EUA, assassinado no final da década de '70. Não sei porque o filme não saiu, mas depois me lembro de ter lido sobre um documentário tratando do mesmo assunto (The Times of Harvey Milk), o que aumentou minha curiosidade.
Enfim, o filme só foi feito mesmo anos depois, por um diretor de carreira um tanto irregular - Gus Van Sant - mas sempre talentoso e gay assumido (sim, isso é importante para o filme) e com um ator que a cada filme se mostra melhor: Sean Penn, o ganhador do Oscar de Melhor Ator do ano, talvez em seu melhor desempenho.
O tema é importante - liberdade, respeito às diferenças e tolerância precisam, ainda e sempre, de quem lute por eles; o personagem é apaixonante - uma daquelas pessoas raras que acreditam, em suas próprias palavras, que "não se trata só de vencer", alguém que faz as coisas não para que elas tenham que dar certo, mas porque são as que valem a pena ser feitas. E o que é mais importante que isso?
.

Agora, o momento Rubens Ewald Filho: o que fizeram com Emile Hirsch? Ir-re-co-nhe-cí-vel. E por que eu nunca prestei atenção em Josh Brolin antes?
.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

mais do mesmo

Hoje, claro, em homenagem à Independência do Brasil.
.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

a kiss is still a kiss (x)


O filme não é grande coisa - bem aquém do Acossado original - mas Richard Gere (que fez belos 60 anos esta semana) e Valérie Kaprisky são um dos casais mais-mais dos '80s.
Por onde anda Valérie Kaprisky, a propósito?
.

enquanto isso, na sala de justiça


Interessante como os americanos ainda recorrem nostalgicamente à imagem dos Kennedy, ainda teimam em associar seus políticos ao presidente assassinado nos anos '60. Desde seus irmãos Bobby e Ted (recentemente falecido) e seu filho John Kennedy Jr., passando por Bill Clinton (este tanto pela política quanto pelos casos extra-conjugais) e, agora, Barack Obama. Como eles ainda precisam de Camelot.
Ainda há pouco vi a chamada no uol: "Foto de Obama com filha evoca imagem de Kennedy na Casa Branca." A foto em questão mostra a filha mais nova - Sasha - do presidente (que anda com a popularidade bem mais baixa que no início do mandato) olhando o pai, no Salão Oval da Casa Branca. É uma foto fofa, mas acho meio forçada a associação - ainda que bem menos do que aquela (algo ridícula) de Anthony Garotinho e um de seus rebentos menores, que reproduzia propositalmente a foto antiga [ eu bem que tentei achar a imagem no gúgol, feliz ou infelizmente sem sucesso].
.

só as mães são felizes (v)


Kate Moss e Lila Grace (depois de Suri, um das crianças mais fashion-victims do mundo).
.

run, forrest, run


E por falar em comunicação, ainda não descobri essa graça toda do Twitter.
Talvez seja porque eu sou antiquada e com um pezinho na paranóia, mas me incomoda essa história de seguir - tenho vergonha de anunciar "eu estou seguindo você, viu?", e não gosto de ser seguida, dá medo. A rapidez, uma das grandes vantagens do Twitter, não é uma coisa que particularmente me atraia.
E eu tenho tendência a vícios, não é bom arriscar.
.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

.

Ou: a importância do telefone, do celular, do fax, do imeio.
.

thank you for smoking (i)


Não, este blog não é pró-tabagismo nem sua dona dona (?! autora?!) tampouco fuma, mas algumas imagens tão belas do cinema mostram o cigarro com tanto glamour que se tornam irresistíveis. Hoje em dia não é mais assim, claro, a não ser em raros momentos como na série de TV Mad Men ou em filmes que retratam os anos '40, '50, antes da luta anti-tabagismo e o politicamente correto invadirem as telas.
Fumar faz mal à saúde & tudo & tal, mas o cigarro ainda não é proibido no local público da internet, então... fique à vontade, Lauren Bacall!
.

mentiras sinceras me interessam?


Vós tendes por pai o diabo, [... ] nele não há verdade; quando fala mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
(João 8, 44)
.

As oito espécies de mentiras, segundo Santo Agostinho (Sobre a Mentira), em ordem decrescente de gravidade:

1. a que leva a erro religioso - a mais grave.
2. a mentira gratuita, que prejudica alguém, sem que o mal traga algum benefício a quem quer que seja.
3. a que favorece a um, mas prejudica a outro.
4. a que se acomete sem outra intenção que não o prazer de mentir.
5. a que se comete por diversão.
6. a que prejudica, mas é útil.
7. a que não prejudica ninguém, podendo até favorecer alguém, mas continua maculando o mentiroso, do ponto de vista da doutrina cristã.
8. a que, sem prejudicar ninguém, previne de um atentado impuro contra seu corpo.
.

.