
Era necessário, ou em todo o caso, parecia-me necessário. Cheguei mesmo a roubar dinheiro à minha família, para o dar ao Jacques Rivette, para o seu primeiro filme. Roubei para ver filmes e para fazer filmes.
Jean-Luc Godard.
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Mas na seleção dessas coisas não haverá um falar de mim?
Um comentário:
São Godard é um dos maiores santos da minha Religião Cinematográfica. Um grande abraço.
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