
Há algumas atrizes que sempre me fazem ver seus filmes: Audrey Hepburn, Ingrid Bergman, Jeanne Moreau, Isabelle Adjani, Nastassja Kinski, Audrey Tautou. Pode até nem ser um bom filme - o que vale especialmente para Kinski, mas não se aplica a Adjani ou Hepburn, que não têm filmes ruins.
Quanto a Audrey Tautou, é o já velho clichê: claro que adorei Amélie Poulain e desde o filme fiquei fã dela, procurando ver o que estivesse à mão: do anterior Instituto de Beleza Vênus, que é ótimo, ao hollywoodiano O Código Da Vinci, nada tanto assim. E, graças a Amélie também, certamente, têm chegado aos cinemas daqui alguns dos filmes dela, o que não é nada comum para as produções européias.
Como o francês Amar... Não Tem Preço (Hors de Prix, 2006), de Pierre Salvadori, que vi ontem. Parece uma versão século XXI de Bonequinha de Luxo, mais uma vez forçando um pouco a semelhança entre as duas Audreys, mas não deixa de ser charmoso, leve. Poderia descambar para um moralismo mais chato, ou para a seriedade de falar sobre a prostituição e o consumismo exacerbado, mas prefere o romantismo e o bom humor, felizmente, ao contar uma história de amor entre uma garota que depende da bondade de estranhos (velhos escandalosamente ricos) e um garçom tímido que ela confunde com mais um milionário, e que até ficará por um tempo como uma versão masculina dela, em hotéis maravilhosos da Riviera francesa.
Enfim, nada como uma comédia romântica pra alegrar a vida.
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3 comentários:
Adjani tem Ishtar e Diabolique no currículo,rsrs.
O segundo ainda vai apesar da má fama. Já o segundo...
fernando ,não seja malvado... imagine assistir então fitzcarraldo, ruim ruim tão ruim que a Kinski filha fica parecendo até boa atriz.
Oops, quis dizer "o primeiro ainda vai , apesar da má fama". Corrigindo a dislexia nossa de cada dia,rsrs.
Ih, não assisti Fitzcarraldo. Não posso julgar.
Mas Diabolique é péssimo e a Adjani , coitada, não merecia estar naquela bomba,rs.
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