segunda-feira, 8 de março de 2010

amigos imaginários (ii)


Amélie é muito triste, muito solitária, muito introvertida, mas ela ainda permanece positiva o tempo todo.
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Ela [Audrey Tautou] é engraçada. Ela tinha uma cara engraçada, mas, por outro lado, ela é muito bonita. É exatamente esta mistura que eu adoro. Eu a vi no poster e eu vi os grandes olhos. Algumas pessoas me perguntaram se era um efeito especial porque ela tem pupilas grandes. São enormes. É incrível. E ela foi perfeita. Fiz alguns testes e ela foi imediatamente perfeita. Ela vai ser uma estrela, acredite. E eu disse isso a ela: "A França vai ser muito pequena para você, muito em breve. Você tem que aprender inglês."

Jean-Pierre Jeunet,
sobre a protagonista de seu adorável O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
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sábado, 6 de março de 2010

classe unida?

Era só o que faltava: Ronaldo Fenômeno torce por Marcelo Dourado.
Afe.
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quarta-feira, 3 de março de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

google


Tentando acompanhar diariamente os tais desenhinhos, sem muito sucesso.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010

brrr


Para os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, hoje.
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un certain regard


O que nos diferencia dos "artistas"? Um dom? O talento inato ou adquirido após estudo e prática? A sensibilidade? Talvez uma forma original de ver as coisas, de dar significados ao que veem que a outros não ocorreriam.
Uma "originalidade" que aparece mesmo fora da obra do artista, e é até mais tocante quando revelada sem querer, num momento mais pessoal:

- No dia 06 de maio de 1969, durante uma apresentação da peça Esperando Godot, em São Paulo, a atriz Cacilda Becker (vítima de um aneurisma) se sentiu mal e foi levada às pressas para um hospital, de onde não sairia viva. Por acaso passava à frente do teatro Marília Pêra, que viu a ambulância parada e resolveu entrar para ver o que acontecia. O que a então jovem atriz viu foi Cacilda sendo carregada nos braços de algumas pessoas ao longo da platéia, no meio das filas de cadeiras, um de seus braços caído e tocando uma cadeira após outra da fila do corredor.
Naquele braço caído Marília viu também um gesto de despedida, um adeus ao espaço que Cacilda tanto amava, e que só deixaria por morte.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

foi a saudade que me trouxe pelo braço


Já perdi várias dessas imagens bonitinhas do Google nesses dias sem qualquer passadinha por aqui, mas vamos ver se esta dá sorte e eu volto.
Ou talvez apenas dê vontade de tomar umas e outras e cair no passo...
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