terça-feira, 20 de outubro de 2009

nóis na fita


"Você vive mesmo no mundo da lua. É desligado, meio doidinho e ninguém consegue acompanhar muito as suas viagens. Sonhador, cabeça de vento, sensível e com aptidão pras artes e pra tudo que envolve criatividade. De vez em quando você cisma com umas pessoas, né?Coitada da Ruthinha e da Raquel! Você tem tendências a desenvolver amores platônicos, a confundir a realidade com a fantasia e trocar as bolas sempre. No entanto, seu coração é enorme e as pessoas gostam bastante de você! Todo doido tem seu charme... "

(meu resultado no teste "Que personagem de novela você seria?")
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

você conhece...?

E por falar em bocas-do-inferno, que coisa aquela de Maitê Proença mangando dos portugueses - "esquisitos", segundo ela...
Será que ela achou até o Miguel Sousa Tavares esquisito?
Aliás, achei uma matéria da QUEM em fevereiro deste ano que mostra a atriz com um suposto affair, um homem desconhecido. Quem era? O próprio, o belo filho de Sophia de Mello Breyner Andresen!

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI26515-9531,00.html

Garota de sorte.
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cinema falado


É a opinião dele e todo mundo tem direito a ter opinião sobre tudo e expressá-la livremente & tal. Mas concorda quem quer. Eu, por exemplo, achei meio equivocado...

Caetano Veloso fala sobre Woody Allen, para o suplemento Correio das Artes, d' A União:

"É um careta, um cineasta pequeno."

"Fizeram uma espécie de festival Woody Allen no Telecine Cult. Vi por acaso: passavam os filmes nas horas em que vou me deitar. Gostei de todos: dos que revi e dos que nunca tinha visto. Mas sei que ter saído de casa para ir ao cinema era um pouco demais para filmes tão estreitos. A TV é o perfeito veículo para Allen.O primeiro filme dele que vi foi Boris Gruschenko e achei que parecia um programa de TV meio malfeito.
"Depois, ele melhorou a estrutura dos roteiros e o uso da câmera. Passou a fazer filmes melhores. Mas sempre muito anti-sixties,um tanto reacionário. Muito hétero, muito reverente com os amantes de ópera que vivem no Upper East Side, muito chegado a uma decoração creme por trás de roupa beje. Careta até não poder.
"Gay, maconha, rock, Bob Dylan, tudo isso é desprezado por ele. Eu entendo: vemos peças da Broadway pós-rock (o pós-rock que se usa na Broadway) e pensamos em quão genial eram Porter, Gershwin e Rogers: essas baladas que se ouvem nos espetáculos novos ( dos 70 para cá) são chatérrimas- o mesmo se dando com os desenhos animados em longa metragem: em Branca de Neve, quando os personagens param para cantar é um alumbramento; em Aladim ou Moisés, Príncipe do Egito, é um bocejo: são uma mistura de campo com igreja, um negócio que sempre parece que a Mariah Carey vai cantar, com dramaticidade negra de igreja mas abastardada, sem a malícia e a urbanidade, a inteligência de uma canção de Berlin ou de Kern. Então, é gostoso que um cara velho seja sincero a esse respeito. E muitas das piadas ( 'one liners') são excelentes. Mas sempre se revela uma visão estreita.
"O público que o adorava quando ele era uma novidade com filmes ruins não gosta nem dos bons que às vezes ele faz. Meu filme favorito dele é Bullets Over Broadway: é uma comédia de verdade. Diane Wiest está genial (nada da chatice que ela apresenta quando faz personagens 'sensatos' em filmes de outros diretores: ela é falsa, parece uma maluca fingindo que é sã), tem situações ótimas. E Allen tem a grande elegância de dar a seus filmes a duração que os filmes tinham quando ele era menino. Talvez isso contribua para para o seu relativo frascasso comercial nos EUA: o público exige supersized movies.
"Os produtores descobriram que o povo pensa que se um filme não dura mais de duas horas e quinze ele não está sendo 'bem servido'. É como um restaurante vulgar - e como o ar-condicionado dos cinemas: os idiotas pensam que, quanto mais frio, melhor.
"Allen faz filmes do tamanho de filmes. Adoro Nova Iorque - e ele a conhece e sabe filmar a arquitetura da cidade. Além disso, ele é o grande herdeiro do cinema novaiorquino, independente de Los Angeles. Ele não é nenhum Cassavetes, mas merece estar ligado à tradição que este iniciou. É um careta, um cineasta pequeno, mas é um cara legal, com frases brilhantes, com algunas cenas espetaculares como ator- e canta muito, muito bem na cena curta em que o faz, em Everybody Says I Love You. Considero uma conquista imensa ele ter o 'final cut' dos seus filmes."
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

kids


Para hoje.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

hoje, no google


Para lembrar o código de barras - cuja primeira aparição foi há 57 anos.
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sábado, 3 de outubro de 2009

da vida das marionetes (xvi)


Jean-Jacques Beineix e Nastassja Kinski (de novo ela!) durante as filmagens de A Lua na Sarjeta (La Lune dans le Caniveau, 1983).
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