
Mais um daqueles testes, tão infalíveis quanto os planos do Cebolinha.
Desta vez, o UOL me avisa: Cuidado! Você está pagando um preço muito alto pelo seu trabalho. Mude sua postura mental ou atualize seu CV em busca de novas opções.
Ou seja, eu provavelmente tenho burnout, " um tipo devastador de estresse associado ao trabalho", que, segundo algumas pesquisas recentes, atinge mais as mulheres que os homens, ao menos no Brasil.
Isso se deveria às pressões da vida moderna, com "a dupla jornada de trabalho da mulher além do desempenho dos vários papéis no dia-a-dia". E contribuiria para um "cenário de descuido com a própria saúde", que "acontece por conta da mudança nos padrões de vida entre o público feminino. Além de exercer vários papéis distintos, a mulher atual é mais sedentária: tarefas corriqueiras que as mulheres no passado realizavam com certo esforço físico, como ir a pé ao mercado e trabalhos domésticos, hoje são realizadas com meios que, apesar de oferecer conforto, não exigem nenhuma atividade física", dizem as autores do trabalho. Outro problema, ainda segundo o levantamento, é que as mulheres têm mantido hábitos alimentares inadequados, comendo em horários inadequados e consumindo muitos lanches e refeições rápidas. "
Conclui-se: "o produto final de todas essas mudanças resultou em mulheres mais estressadas, sedentárias e com peso acima do ideal".
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Put the blame on Mame, boys.
Eu bem que preferiria ser mais light, ter mais tempo para o lazer, ter amado mais & todo o resto de Epitáfio. Mas sou mesmo, muitas vezes, como diz Alice Ruiz, uma moça polida levando uma vida lascada, e o pior é que gosto disso.
Non, je ne regrette rien.
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