Graças ao querido Juan - logo ali nos links, olhem! - soube que hoje, 31 de Agosto, é o Blog Day.
http://www.blogday.org/pt.htm
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domingo, 31 de agosto de 2008
hold my poodle

Notícia lida no UOL Bichos, há alguns dias:
Poodle é o cachorro ideal para a família Obama, diz pesquisa
Nova York, 28 ago (EFE).- O poodle é a raça de cachorro ideal para a família do candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, segundo uma enquete do American Kennel Club divulgada hoje.
A organização explicou em comunicado que teve a idéia de consultar os americanos ao saber que Obama prometeu a suas filhas Malia e Sasha, de dez e sete anos, que compraria um cachorro para elas depois das eleições, independentemente dos resultados do pleito.
Para realizar a enquete, o clube fez uma pré-seleção dos candidatos a se tornar o cão da família Obama, levando em conta que as filhas do candidato democrata sofrem com alergias.
Outros requisitos para o cachorro dos Obama eram que deveria ser de uma raça sociável com as crianças, um bom companheiro de viagem a bordo do avião presidencial Air Force One, ter um nível de energia moderado e um temperamento estável de modo a "se adaptar a uma ampla variedade de visitantes, desde chefes de Estado a membros da imprensa".
Na votação, em que participaram mais de 42 mil pessoas, o poodle conseguiu vencer "por poucas centenas de votos" o wheaten terrier de pêlo suave, "em uma disputa quase tão acirrada como a de Hillary Clinton e Obama para ganhar a nomeação democrata à Presidência", assinalou o American Kennel Club.
O American Kennel Club lembrou ainda que o candidato republicano à Casa Branca, John McCain, tem 24 animais de estimação, entre eles cinco cachorros, enquanto para a família Obama esse seria o primeiro cão.
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Viva Kalu!
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sábado, 30 de agosto de 2008
olhos de ressaca

Mais um motivo para eu amar os Simpsons sobre todos os outros desenhos (desculpe, Manda-Chuva): só hoje descobri - descobriram pra mim, na verdade - que, num longínquo episódio da quarta temporada da família, entre várias outras referências cinematográficas, aparece uma especialmente querida para mim.
A certa altura de Kamp Krusty, Lisa é vista toda misteriosa, encapuzada e enevoada, encontrando-se com um homem a cavalo. Filmada de perfil, ela arregala os olhões à la Meryl Streep em A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's Woman, 1981), um dos meus filmes favoritos, adaptado de um dos meus livros favoritos. A mesma expressão de mistério, solidão e loucura que hipnotiza o cientista Charles (Jeremy Irons) e quem lê o livro ou vê o filme.
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shiny happy people
Pára tudo!
Nem coleção de VEJA, nem novas visitas ao Shopping, nadanadanada.
Mesmo que eu fique a roer ossos, mas não posso deixar de seguir a ordem:
*O REM fechou contrato para tocar no Brasil. Serão provavelmente cinco shows, em Porto Alegre, Rio e São Paulo, entre 5 e 12 de novembro. As datas e os locais estão sendo definidos pela produtora Mondo.*
Como se já não bastassem a possibilidade de ver Madonna e a viagem - esta já jurada e sacramentada na CVC - de outubro, ainda mais essa!
E eu não posso deixar de querer ver ELE - Michael Stipe. Depois dos Beatles e do choro dos babys, o REM deve ser o que eu mais ouço na vida, e o que, mais grave, mais me escuta e responde. Se não fosse por Losing my religion, Man on the moon (uma música tão linda para um ator tão chato), a música pra Montgomery Clift etc. etc., Michael Stipe já seria o máximo só por ser tão assumidamente humano a ponto de eternizar duas das coisas mais ridículas (e boas) da TPN (tensão pré-namoro), em At my most beautiful: I read bad poetry/into your machine/I save your messages/just to hear your voice...
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http://www.youtube.com/watch?v=WFt_E4fl_sA
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Nem coleção de VEJA, nem novas visitas ao Shopping, nadanadanada.
Mesmo que eu fique a roer ossos, mas não posso deixar de seguir a ordem:
*O REM fechou contrato para tocar no Brasil. Serão provavelmente cinco shows, em Porto Alegre, Rio e São Paulo, entre 5 e 12 de novembro. As datas e os locais estão sendo definidos pela produtora Mondo.*
Como se já não bastassem a possibilidade de ver Madonna e a viagem - esta já jurada e sacramentada na CVC - de outubro, ainda mais essa!
E eu não posso deixar de querer ver ELE - Michael Stipe. Depois dos Beatles e do choro dos babys, o REM deve ser o que eu mais ouço na vida, e o que, mais grave, mais me escuta e responde. Se não fosse por Losing my religion, Man on the moon (uma música tão linda para um ator tão chato), a música pra Montgomery Clift etc. etc., Michael Stipe já seria o máximo só por ser tão assumidamente humano a ponto de eternizar duas das coisas mais ridículas (e boas) da TPN (tensão pré-namoro), em At my most beautiful: I read bad poetry/into your machine/I save your messages/just to hear your voice...
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http://www.youtube.com/watch?v=WFt_E4fl_sA
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ligue djá
Dúvidas, dúvidas...
É quase sempre difícil resistir ao meu impulso colecionista, que pode abarcar de Barbies a filmes de Truffaut, passando por marcadores de livro roubados de amigos, irmão, livrarias...
E agora, ou melhor, domingo passado, a VEJA chega com um DVD e um livrinho prometendo "especialmente para você uma superseleção de 50 grandes sucessos do cinema. (...) O melhor de cada gênero (...) tão indispensável como cinema."
Começa com A Cor Púrpura e termina com Um Sonho de Liberdade (nenhum dos dois particularmente atraente pra mim), mas no meio há Hitchcock (Disque M para Matar e Intriga Internacional), Monty Python, O Informante etc. Há alguns que já tenho - A Malvada, Edward Mãos de Tesoura, Ligações Perigosas, por exemplo - outros que não faço muita questão em ter (ou mesmo ver, como Mad Max).
O preço até que não está tão extorsivo, mas me incomoda a obrigatoriedade (eu gosto de minhas coleções, minhas escolhas), a impressão de livro comprado a metro.
Aqui:
http://www.assineabril.com.br/assinar/colecao-cinemateca-veja/
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É quase sempre difícil resistir ao meu impulso colecionista, que pode abarcar de Barbies a filmes de Truffaut, passando por marcadores de livro roubados de amigos, irmão, livrarias...
E agora, ou melhor, domingo passado, a VEJA chega com um DVD e um livrinho prometendo "especialmente para você uma superseleção de 50 grandes sucessos do cinema. (...) O melhor de cada gênero (...) tão indispensável como cinema."
Começa com A Cor Púrpura e termina com Um Sonho de Liberdade (nenhum dos dois particularmente atraente pra mim), mas no meio há Hitchcock (Disque M para Matar e Intriga Internacional), Monty Python, O Informante etc. Há alguns que já tenho - A Malvada, Edward Mãos de Tesoura, Ligações Perigosas, por exemplo - outros que não faço muita questão em ter (ou mesmo ver, como Mad Max).
O preço até que não está tão extorsivo, mas me incomoda a obrigatoriedade (eu gosto de minhas coleções, minhas escolhas), a impressão de livro comprado a metro.
Aqui:
http://www.assineabril.com.br/assinar/colecao-cinemateca-veja/
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hey, ho, let's go
1. Try a Little Tenderness - Ottis Redding, em Um Beijo Roubado (My Blueberry Nights)
2. No Ceiling - Eddie Vedder, em Na Natureza Selavagem (Into the Wild)
3. A Whiter Shade of Pale - Procol Harum, em Ondas do Destino (Breaking the Waves)
4. Across the Universe - Rufus Wainwright, em Uma Lição de Amor (I am Sam)
5. Come Pick me Up - Ryan Adams, em Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown)
6. Twisted Nerve - Bernard Herrmann, em Kill Bill, Vol. 1
7. The Sounds of Silence - Simon & Garfunkel, em A Primeira Noite de um Homem (The Graduate)
8. Just Like Honey - The Jesus & Mary Chain, em Encontros e Desencontros (Lost in Translation)
9. It Wouldn't Have Made Any Difference - Todd Rundgren, em Quase Famosos (Almost Famous)
10. Most of the Time - Bob Dylan, em Alta Fidelidade (High Fidelity)
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2. No Ceiling - Eddie Vedder, em Na Natureza Selavagem (Into the Wild)
3. A Whiter Shade of Pale - Procol Harum, em Ondas do Destino (Breaking the Waves)
4. Across the Universe - Rufus Wainwright, em Uma Lição de Amor (I am Sam)
5. Come Pick me Up - Ryan Adams, em Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown)
6. Twisted Nerve - Bernard Herrmann, em Kill Bill, Vol. 1
7. The Sounds of Silence - Simon & Garfunkel, em A Primeira Noite de um Homem (The Graduate)
8. Just Like Honey - The Jesus & Mary Chain, em Encontros e Desencontros (Lost in Translation)
9. It Wouldn't Have Made Any Difference - Todd Rundgren, em Quase Famosos (Almost Famous)
10. Most of the Time - Bob Dylan, em Alta Fidelidade (High Fidelity)
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
a vida como ela era
E Luísa tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente! Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!O Primo Basílio,
de Eça de Queirós.
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(estou vendo a minissérie de novo, e de novo achando incrível como Daniel Filho conseguiu fazer tudo tão perfeito e, quase vinte anos depois, estragar daquele jeito...)
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