
Cada vez mais me interesso por documentários, principalmente pelos que tratam de cinema.
E ontem pude ver um que há muito esperava, mesmo que, para conseguir ficar acordada até as 11h40 min, quando começou o filme, tenha tido que lutar contra o sono e a adinamia próprios de um dia inicial de mais uma gripe. Valeu a pena.
Meu Melhor Inimigo (Mein Liebster Feind, 1999), dirigido pelo alemão Werner Herzog, é brilhante, uma homenagem a um dos maiores e mais tempestuosos atores do cinema no século XX: Klaus Kinski, o maior ator do cinema alemão, protagonista dos melhores filmes do cineasta.
"Tenho a febre do mundo inteiro nos olhos", dizia Kinski.
Foi graças a essa febre, nos mostra Herzog, mesmo que com ela viessem também fúria, ameaças de morte, momentos de loucura, que Klaus Kinski deu aos seus filmes (e ao mundo) algumas das melhores personificações da obsessão e da insanidade.
E era o pai da bela Nastassja, claro.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário