
Amy Irving & Antonio Fagundes, em Bossa Nova (2000).
.
um instante, maestro!
Há quem não goste desse filme, e eu nem sou exatamente fã dos Barretos, mas gosto de Bossa Nova! Leve, romântico, charmoso, com imagens sempre belas do Rio de Janeiro (um clichê, é verdade, mas um belo clichê), boas atuações, trilha sonora agradável.
E algumas cenas especialmente inspiradas, como aquela em que Pedro Paulo(AF) "mede" Miss Simpson (AI) e faz para ela uma blusa, ou quando Pedro Cardoso mostra a Giovanna Antonelli "Que reste-t-il de nos amours ", cantada por Charles Trenet (que não está no CD da trilha, afe!), numa declaração de amor original e bela.
* quando o filme estreou nos EUA, algumas amigas de Amy Irving (na época ainda casada com Bruno Barreto, o diretor do filme), como Kathleen Turner e Diane Keaton, perguntaram à atriz porque ela não aproveitara para fugir com Antonio Fagundes.
É o que eu também não entendo... *
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário